segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

GUIA DE FONTES SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ

UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
GUIA DE FONTES SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ
Cascavel
2010
2
Reitor: Alcebíades Orlando
Pró-Reitor Pesquisa: Fabiana Scarparo
Capa: Antonio da Silva Júnior
Revisão: Mara Cristine Vitorino Silva
Bolsista PIBIC: Melissa Soares da Silva
G943 Guia de fontes sobre a história da educação na Região
Oeste do Paraná. / Organizado por João Carlos da Silva.
Cascavel: EDUNIOESTE, 2010.
ISBN 978-85-7644-215-8
1. Educação – Região Oeste do Paraná. 2. Educação –
História - Paraná. 3. Educação – Guia. II. Título.
CDD - 370.98162
370.981
Ficha Catalográfica: Sandra Regina Mendonça – CRB – 9/1090
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SUMÁRIO
Apresentação..............................................................................................04
Introdução...................................................................................................06
História da Educação na Região Oeste do Paraná: levantamento e
Catalogação da produção acadêmica.........................................................09
Livros.........................................................................................................18
Teses...........................................................................................................30
Dissertações................................................................................................31
Monografias................................................................................................34
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APRESENTAÇÃO
A história diz respeito a toda produção humana acumulada ao longo do tempo.
Isto equivale a dizer que o homem não foi sempre o mesmo, que foi se transformando,
que foi transformando e construindo um mundo adequado às suas condições de
sobrevivência. Por um lado, este processo foi adquirindo a forma dada pela sua
experiência, pela sua capacidade cognitiva, pelo grau de desenvolvimento técnico e
científico, de acordo com as habilidades adquiridas em cada momento. Por outro, essa
forma foi marcada pelas condições e limites impostos pela própria natureza, da qual o
homem faz parte.
Assim o homem foi fazendo história. E, ao fazê-la, foi imprimindo sua marca.
Entretanto, seja por limites impostos pelo nível de desenvolvimento de cada momento,
seja pelos interesses dos grupos ou classes, seja por descuido, seja pela perenidade da
matéria em constante transformação, as marcas do movimento da natureza e a ação do
homem, nem sempre foram ou puderam ser preservadas. Entretanto, apesar da ação da
natureza em seu contínuo devir, nos deixou vestígios que permitem recuperar e
conhecer ao menos parcialmente a história.
O conhecimento da história depende do homem, da sua capacidade técnica e
científica, com os limites de cada momento. Entretanto, cabe ao homem desafiar a
natureza, perscrutar seus segredos em suas entranhas, construir instrumentos que
permitam dominá-la e garantir uma vida melhor. No homem o conhecimento atingiu seu
nível mais desenvolvido, o conhecimento científico, que permite utilizar o próprio
conhecimento para agir intencionalmente sobre o meio, sobre o próprio conhecimento e
sobre o homem.
Os registros e a preservação das fontes coincidem com as possibilidades de se
compreender a história, o processo de transformação da natureza, do homem e da
sociedade, assim como, a compreensão dos mesmos permite intervir e transformá-los.
Daí a importância de sua preservação. Daí também o empenho de tatos na destruição e
eliminação das mesmas, relegando apenas o presentismo. Com isso, apresentam o
presente como única realidade – foi, é, será e continuará sendo como é – eliminando,
assim as possibilidades de se pensar em “outros mundos possíveis”.
Em Guia de Fontes para a História da Educação na Região Oeste do Paraná,
5
João Carlos da Silva e Melissa Soares da Silva, debruçam-se sobre as investigações
/produções de intelectuais que pesquisaram sobre a História Regional – Oeste do Paraná
– e levantam, catalogam e reúnem num documento, um significativo número de obras
de autores diversos, com conteúdos variados, de diferentes áreas do conhecimento, que
permitem dar um passo importante, tanto no sentido de levantar e catalogar fontes,
como no sentido de indicá-las aos interessados em compreender melhor essa história.
Ainda que se trate de um trabalho inicial, não resta dúvida quanto a importância de
realização da mesma. A partir da publicação deste acervo, basta ir anexando a ele os
novos achados e as novas produções, permitindo ter sempre um acervo atualizado de
toda a produção em torno da Região Oeste do Paraná. Parabéns aos organizadores pela
iniciativa.
Gostaria de ressaltar que esta iniciativa vem se somar a outras que o Grupo
de Pesquisa em História, Sociedade e Educação no Brasil – GT da Região Oeste do
Paraná – HISTEDOPR –, do qual os autores fazem parte, no sentido de empreender um
esforço, tanto no sentido de resgatar fontes, catalogá-las e preservá-las, como no sentido
de empreender ações que permitam investigar os fatos, apreender os processos sociais,
penetrar na história e compreender as transformações ocorridas nesta região, bem como
agir sobre ela dando-lhe a direção possível em cada momento.
Paulino José Orso
Cascavel, fevereiro de 2010.
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INTRODUÇÃO
A catalogação de fontes de pesquisa e a organização de arquivos constituemse
em instrumentos de fundamental importância para preservar a historia da educação
regional. A realização da pesquisa referente ao levantamento, catalogação e organização
da produção busca organizar e disponibilizar parte da história regional, sobretudo,
formar e contar com um acervo documental. Consiste no esforço de contribuir para o
levantamento e organização de arquivos das fontes documentais da educação da Região
Oeste do Paraná.
Esta publicação dá continuidade às atividades de pesquisa em que o grupo
HISTEDOPR, vem trabalhando desde sua constituição em 2005. É um grupo de
pesquisa em "História, Sociedade e Educação no Brasil", com sede na Universidade
Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE -, na Região Oeste do Paraná. Está
vinculado ao Grupo de Pesquisa em "História, Sociedade e Educação no Brasil" -
HISTEDBR – com sede na Faculdade de Educação – UNICAMP, com abrangência
nacional e organizado em Grupos de Trabalho (GTs) regionais, tendo como
coordenador o Prof. Dermeval Saviani. A partir de 1986, decidiu desenvolver um
esforço no sentido de identificar as fontes primárias e promover sua catalogação para
possibilitar um melhor conhecimento da própria Educação Brasileira. O HISTEDBR
está organizado nacionalmente e se articula numa rede de Grupos de Trabalho – GTs –
que, em suas regiões ou Estados, promovem pesquisas com o objetivo de realizar o
levantamento e a catalogação de fontes relacionadas à Educação Brasileira em sua área
de abrangência.
A pesquisa em história da educação está ganhando dia a dia mais importância,
visto que, cada vez mais, novos objetos estão sendo trabalhados pelos pesquisadores da
área. A história da educação hoje, não é somente legislação e administração. Ela é
história de instituições, de leitura, de professores, de disciplinas, de didáticas, de
métodos, de políticas, da relação professor-aluno, da cultura escolar. Constituiu-se,
portanto, numa variedade de objetos que enriquecem a história da educação. Esses
novos objetos, por sua vez ampliam consideravelmente o conceito de fontes relevantes
ao trabalho do historiador da educação.
Podem ser citados ainda: História das instituições de ensino, trajetórias de
professores, biografias, projetos pedagógicos, registros iconográficos, práticas
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educativas, educação rural, educação indígena, educação especial, educação à distância,
pesquisas temáticas, e todos os temas que devem ser buscados, catalogados e
preservados.
Este Guia de fontes é resultado das atividades desenvolvidas no projeto de
PIBIC/UNIOESTE/PRPPG, intitulado: Levantamento e catalogação da produção
acadêmica e científica da UNIOESTE sobre a História da educação na Região Oeste do
Paraná, no período de agosto de 2008 a agosto de 2010. Este trabalho contou com a
participação da bolsista Melissa Soares da Silva, aluna do curso de pedagogia. Esta
atividade vincula-se às atividades do grupo pesquisa HISTEDBROPR Grupo de
Pesquisa em História, Sociedade e Educação no Brasil - GT da Região Oeste do Paraná.
Temos como objetivo apresentar o levantamento de fontes realizado sobre a
produção científico-acadêmica acerca da história da educação no Oeste do Paraná. Visa
oferecer aos interessados materiais permitam a realização de estudos de caráter histórico
da região de Cascavel. Com este projeto pretende-se subsidiar o Portal do Professor,
servindo como material didático e fonte de pesquisa para as escolas da Rede Estadual e
Municipal de ensino da Região Oeste acerca do ensino de história no ensino
fundamental e médio e, dessa forma auxiliar no apoio às aulas sobre a educação local e
regional.
O objetivo deste Guia de Fontes é oferecer aos pesquisadores e demais
interessados um instrumento de pesquisa e acesso a produção acadêmico-científica
sobre a história da educação na Região Oeste do Paraná. Assim, realizamos um trabalho
de identificação nas bibliotecas e centros de documentação relacionados à área em
questão, no sentido de torná-los acessíveis à comunidade científica. A partir de tal
iniciativa, pretendemos contribuir com o processo de valorização e de preservação dos
acervos, tanto pelas instituições, no sentido de desenvolverem projetos para uma correta
preservação quanto ao incentivo à pesquisa e à preservação da memória da educação.
Com relação ao material levantado, foi realizado levantamento nas bibliotecas
da UNIOESTE, Biblioteca Pública Municipal de Cascavel. Foi feito também um
levantamento no Portal de informação da UNIOESTE, para localizar teses,
dissertações, monografias, TCCs e livros. Consultamos ainda o acervo do grupo de
pesquisa HISTEDOPR.
Esta publicação está organizada em dois momentos, a saber: iniciamos
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com o artigo História da Educação na Região Oeste do Paraná: Levantamento e
Catalogação da produção acadêmica que trás algumas reflexões sobre o processo da
pesquisa sobre a educação regional, produzido ao final das atividades da pesquisa
desenvolvidas durante o projeto de iniciação. Em seguida apresentamos o levantamento
realizado em Livros, Teses, Dissertações e Monografias, indicando o título e seus
respectivos autores. O leitor que agora recorre ao presente Guia de Fontes sobre a
história da Educação, poderá ter uma ferramenta de apoio á pesquisa.
Breve balanço sobre o levantamento
No levantamento realizado acerca da produção científica sobre a história da
educação na Região Oeste do Paraná, apareceram diversas temáticas como: História,
educação ambiental, Ensino, cultura, música, Arte e esporte, planejamento, gestão e
currículo, educação e trabalho, movimentos sociais, educação especial, saúde pública,
planejamento urbano e economia.
No total foram localizados 226 produções, sendo 94 livros, 4 teses, 19
dissertações e 109 monografias. Entre as produções, destacamos Desenvolvimento
histórico do Oeste do Paraná e a construção da escola (1991), de Ivo Oss Emer, que
trata da constituição da escola na Região Oeste do Paraná, no contexto histórico da
formação das fronteiras do sul do país com as repúblicas da Argentina e do Paraguai, e
os fatores históricos e a integração a economia nacional.
Outra publicação de destaque refere-se ao escritor e jornalista Alceu
Esperança, Pequena História de Cascavel e do Oeste (1980). O autor estudou a
povoação cascavelense, a condição de campos de coleta de mate ou sede das
administrações de cada uma das empresas estrangeiras que até 1924 conservaram
domínio completo ou parcial sobre toda a região. A construção do Oeste do Paraná, para
o autor, não foi sem trabalho e sacrifício.
Ainda destacamos Obrages & companhias colonizadoras: Santa Helena na
história do Oeste Paranaense de José Augusto Colodel (1988) e Obrageros, Mensus e
Colonos. No conjunto das produções foi identificado um crescimento do número de
pesquisas sobre a história regional.
Esperamos com esta publicação, ainda que preliminar, contribuir com a
pesquisa e com os pesquisadores interessados em compreenderem a história local e
regional.
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HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ:
LEVANTAMENTO E CATALOGAÇÃO DA PRODUÇÃO ACADÊMICA1
João Carlos da Silva2
Leila Maria Roldi Polinarski 3
Melissa Soares da Silva4
Introdução
A pesquisa em história da educação vem ganhando a cada dia mais importância, e,
com elas, novos objetos estão sendo trabalhados na sua historicidade. A história da
educação não é somente legislação e administração. Ela é história de instituições, de
leitura, dos professores, das disciplinas, das didáticas, dos métodos, das políticas, da
relação professor-aluno, da cultura escolar. Constituiu-se, portanto, numa variedade de
objetos que enriquecem a história da educação. Esses novos objetos, por sua vez
ampliam consideravelmente o conceito de fontes, relevantes ao trabalho do historiador
da educação.
Outros temas também vêm ganhando importância como: História das instituições
de ensino, trajetórias de professores, biografias, projetos pedagógicos, registros
iconográficos, práticas educativas, educação rural, educação indígena, educação
especial, educação à distância, pesquisas temáticas, e outros são temas que devem ser
buscados, catalogados e preservados.
Para se fazer um levantamento e catalogação dessas fontes deve-se preservar a
historicidade da educação regional. Nosso desafio consiste no resgate e na catalogação
dessas fontes e na preservação da história no sentido de chegar a um conhecimento mais
aprofundado, bem como abrir caminho para a realização de outras pesquisas.
Comprometido com os estudos históricos, tanto local, regional e nacional, o
Grupo de pesquisa HISTEDOPR – da UNIOESTE, Campus Cascavel tem acumulado
1Artigo apresentado no I Simpósio Nacional de Educação ocorrido entre 08 a 12 de novembro de 2008., na
UNIOESTE, Campus Cascavel. É parte das atividades desenvolvidas durante o projeto PIBIC/UNIOESTE/
PRPPG, intitulado: Levantamento e catalogação da produção acadêmica e científica da UNIOESTE sobre
a História da educação na Região Oeste do Paraná, no período de agosto de 2008 a agosto de 2009.
2 Doutor em Filosofia, História e Educação/FE-UNICAMP. Professor na disciplina de História da
Educação, do curso de Pedagogia e do Programa de Pós-graduação/Mestrado em Educação da
UNIOESTE, campus de Cascavel. Membro do grupo de pesquisa HISTEDBR- GT Cascavel.
3Aluna Bolsista PIBIC/UNIOESTE/FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA, no período de agosto a novembro de
2008.
4Aluna Bolsista PIBIC/UNIOESTE/FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA no período de novembro de 2008 a
agosto de 2010.
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conhecimentos relevantes na área da História da Educação pelas atividades de estudos e
de pesquisas. O Grupo vem realizando um esforço contínuo de pesquisas históricas, que
envolvem a identificação de fontes primárias para a História da Educação, a difusão do
processo de preservação dessas fontes primárias, e, principalmente, tem produzido
textos que reconstroem a História da Educação com ênfase na região Oeste do Paraná.
Desta forma nosso estudo visa fazer o levantamento das produções
acadêmicas em arquivos existentes na UNIOESTE, campus de Cascavel. Este trabalho
será organizado em forma de banco de dados, com a analise dos conteúdos das fontes
primárias e secundárias fazendo a catalogação desses dados. A realização da pesquisa
visa continuidade da pesquisa que o grupo vem trabalhando desde sua constituição e
certificação junto ao Cnpq em 2005.
O grupo de pesquisa e a história da educação
O HISTEDOPR é um grupo de pesquisa em "História, Sociedade e Educação no
Brasil", com sede na Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE -, na
Região Oeste do Paraná. Está vinculado ao Grupo de Pesquisa em "História, Sociedade
e Educação no Brasil" - HISTEDBR – com sede na Faculdade de Educação –
UNICAMP, com abrangência nacional e organizado por meio de Grupos de Trabalho
(GTs) regionais e tem como coordenador o Prof. Dermeval Saviani. A partir de 1986,
decidiu desenvolver um esforço no sentido de identificar as fontes primárias e promover
sua catalogação para possibilitar um melhor conhecimento da própria Educação
Brasileira. O grupo se articula numa rede de Grupos de Trabalho – GTs – que, em suas
regiões e Estados, promovem pesquisas com o objetivo de realizar o levantamento e a
catalogação de fontes relacionadas à Educação Brasileira em sua área de abrangência.
Tem como um de seus principais objetivos promover o "Levantamento, a
Organização e a Catalogação de Fontes Primárias e Secundárias para a História da
Educação na Região Oeste do Paraná", contribuindo assim, com os demais grupos que
integram o HISTEDBR, para ampliar o levantamento, a organização e a catalogação das
fontes em âmbito nacional. Por um lado, isto se faz necessário em função da carência da
historiografia educacional na Região Oeste do Paraná e, por outro, tendo em vista que
se as fontes historiográficas não forem preservadas e catalogadas, futuramente não as
teremos e continuaremos sem a possibilidade construir algo novo e diferente em
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decorrência de não podermos conhecer os registros históricos.
A proposta da reconstrução histórica das Instituições Escolares defronta-se com
dois problemas presentes nas investigações sobre História das Instituições Escolares,
que são: o trabalho de levantamento e catalogação de fontes diante das precárias
condições de armazenamento e manutenção pelas escolas públicas e o trabalho de
articulação dos diversos tipos de fontes, de modo a não deixar escapar as características
e o significado do fenômeno investigado (SAVIANI, 2007).
A identificação das fontes sobre Instituições Escolares e a escrita da história
dessas Instituições amplia as possibilidades de compreensão da própria História da
Educação, na medida em que elas se relacionam com o todo. A reconstrução histórica
depende essencialmente das fontes, que são o ponto de origem, a base e o ponto de
apoio para a produção historiográfica.
A localização das fontes das Instituições Escolares ganha significado na
medida em que trazem a expressão de sujeitos ou grupos sociais específicos, que
representam um contexto histórico determinado, sendo relevantes para compreensão da
História da Educação. A situação de manutenção das fontes pelas escolas públicas na
nossa região não é muito diferente da maioria dos acervos de Instituições Escolares do
restante do país, com documentação dispersa, sem qualquer acondicionamento
adequado, deteriorando-se e sendo perdida. As Instituições Escolares, salvo algumas
exceções, não têm a cultura da preservação de fontes. Encontramos com freqüência nas
escolas públicas e nos arquivos públicos e particulares, a existência do arquivo morto
como um amontoado de papéis, caixas velhas, instalados em cubículos, porões ou
banheiros quebrados, onde a poeira, a umidade e as traças se encarregam de executar a
deterioração do material.
Diante dessa realidade há a necessidade de definição ações no sentido de
localização e identificação das fontes, bem como, o envolvimento das escolas no
esforço de preservação da memória da Escola Pública. Desta forma, o empenho é de
criar as condições objetivas para a preservação das fontes das Instituições Escolares
para possibilitar aos historiadores acesso a elas fornecendo assim elementos para
compreender a identidade histórica das Instituições Escolares da Região Oeste do
Paraná.
Além das fontes há uma preocupação em relação à memória. No campo da
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história há um processo acelerado de massificação e de mundialização decorrente da
Revolução Industrial, passando a se opor e a se distanciar do campo da memória.
Segundo Nora (1993), evidenciamos um afastamento entre memória verdadeira
social e intocada, aquela que as sociedades ditas primitivas ou arcaicas representam, e a
história É o que nossas sociedades condenadas pelo porque são levadas pela mudança. A
memória pode ser representada pela vida, pois é carregada por grupos vivos, está em
constante evolução, aberta à dialética da construção da lembrança. Enquanto a história
se apresenta como uma representação problemática e incompleta do que não existe
mais, liga-se a continuidades temporais, ás evoluções e as relações das coisas; é uma
operação intelectual que demanda análise e discurso crítico.
Na dimensão técnica há um processo de externalização da memória, que
começa a operar na transformação das sociedades orais e se acentua com a difusão da
alfabetização e da escrita e é reforçado com a invenção da imprensa e com os registros
eletrônicos.
Esses registros assumem a finalidade de “assegurar a legibilidade e
inteligibilidade dos documentos para facilitar a permuta de dados através do tempo”
(MENESES, 1999, p.23). Meneses atenta-nos para não confundirmos o banco de dados
com o universo empírico de um projeto de pesquisa, pois, tanto a organização
documental quanto a organização do conhecimento precisam caminhar juntas.
Assim, é necessário aliar os documentos com a pesquisa histórica, de forma a
validar o procedimento de coleta, organização e processamento de documentação
adotado nas instituições, de forma a selecionar e hierarquizar a quantidade de fontes e
informações disponíveis.
Por esta razão, o levantamento sobre a produção acadêmica se torna
significativo no que se refere à garantia da preservação de um acervo de fontes
indispensáveis às pesquisas no campo da História da Educação Brasileira e
especificamente na Região Oeste do Paraná. O trabalho de reconstrução histórica é
importante para haver a relação do pesquisador com as fontes, pois “a amplitude do
olhar do pesquisador se dá ao levantar as fontes. Aí ele não identifica apenas objetos
específicos, mas, descobre outras questões sociais que demarcam um período.”
(MIGUEL, 2004, p. 116). Julgamos que a realização da pesquisa referente à catalogação
das fontes, ao longo do tempo, também permitirá aos pesquisadores da região, não
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apenas analisar parte de sua história, mas, sobretudo, formar e contar com um acervo
documental que permitirá a realização de outras pesquisas a partir daquelas realizadas.
Por catalogação entendemos: descrição, em fichas impressas próprias, dos
elementos constitutivos de modo a permitir a identificação dos documentos por parte do
usuário. Uma vez registrados em fichas próprias, os dados básicos das fontes
documentais, serão informatizadas, produzindo, desta forma, uma catalogação
informatizada, ou, se possível, a elaboração de um manual impresso.
O pressuposto básico é de que a realidade, tal como se apresenta, é uma
construção de sujeitos históricos, determinados e determinantes, das relações sociais
concretas engendradas pela totalidade social na qual se acham inseridos. Nos mesmos
termos, é a construção dos objetivos de investigação em torno dessa realidade, pois
fatos, conceitos, ou instituições são construções sociais, portanto históricos. Na
constituição de tais objetos está subjacente a marca do sujeito histórico que os concebe,
pois a sua percepção sobre as dimensões do real guarda nexo com sua trajetória de vida
no interior das relações sociais e, consequentemente, com os referenciais teóricometodológicos
que o inspiram.
A partir de tal pressuposto, o atual estágio da educação brasileira é visto como
produto da trajetória de ações e formulações de sujeitos históricos, somadas ao longo do
tempo na totalidade social. Considera-se dessa forma, que o estudo da história da
educação é fundamental para o entendimento da educação que se faz no Brasil hoje,
visto que, como as demais práticas sociais, o fenômeno educativo não se processa no
vazio - temporal ou social - mas, pelo contrário, está determinado pelas relações que os
homens estabelecem entre si e com a natureza.
Se buscarmos o significado da palavra “fonte” veremos que “contêm uma
dimensão de origem e também de surgimento, o que se relaciona a uma idéia de
espontaneidade” (LOPES, 2001 p.78). Portanto, material com que trabalha o historiador
está ao mesmo tempo disponível e indisponível. “As fontes estão aí, disponíveis,
abundantes ou parcas, eloqüentes ou silenciosas, muitas ou poucas, mas vemos, pelos
trabalhos que são realizados, que existem.” (Idem). Compete ao pesquisador procurálas,
fazendo isto após a escolha e problematização de uma pesquisa, o que irá
determinar quais as fontes deverão ser buscadas. É necessário identificar no conjunto de
materiais produzidos por uma determinada pessoa, grupo ou época que poderão dar
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sentido ao problema que se propôs inicialmente, que devidamente trabalhados poderão
servir de base à operação propriamente historiográfica.
A perspectiva enunciada serve deste modo, como o principal argumento que,
socialmente, justifica um projeto investigativo direcionado ao levantamento e à
catalogação de fontes primárias e secundárias da educação brasileira. Buscar fontes é,
antes de qualquer coisa, responder a questões previamente colocadas e atender a
insatisfações. Assim sendo, indagações e problematizações postas pelos educadores,
pesquisadores, historiadores da educação e outros profissionais, os quais buscam, no
passado mais remoto ou mais recente, indicadores críticos para pensar a trajetória da
educação no país, podem ficam obstaculizadas pelo desconhecimento dos acervos e das
fontes pertinentes.
As diversas escolas históricas se diferenciam da noção do tempo histórico
que cada uma delas apresenta. O olhar do historiador é estruturado por uma
representação do tempo histórico, logo, o conhecimento histórico só é influenciado por
uma concepção de tempo histórico. Tal perspectiva possui forte influência na
interpretação do passado, assim como apresenta o caminho a ser trilhado no futuro. O
historiador, ao ignorar os fundamentos teórico-metodológicos que possibilitem ao
historiador entender a totalidade, significa ocultar a essência do passado, como nos
alerta Kosik “[...] a totalidade sem contradições é vazia e inerte, as contradições fora da
totalidade são formais e arbitrárias” (KOSIK, 1986, p. 51).
Segundo Kosik (1986), visitar as fontes tem sentido na medida em que visa destruir
no cotidiano a pseudoconcreticidade, desvendando a essência de sua aparência. Para
além disso, o contato, a análise e a crítica das fontes e o exame dos arquivos significa
uma crítica da civilização e da cultura. O estudo do cotidiano ou da totalidade deve
desvendar a aparente neutralidade e mostrar a realidade do homem concreto. O estudo
do cotidiano desvinculado da história é uma mistificação, da mesma forma que estudar
a totalidade ausente de um rigor dialético fica reduzido a uma especulação vazia, sem
sentido. A investigação do fenômeno deve realizar a passagem do pensamento mítico (o
aparente) para o pensamento dialético (a essência). O esforço filosófico, desvalorizado
pelas abordagens pós-modernas, consiste neste desafio.
Adam Shaff ao indagar a razão de sempre estarmos reescrevendo a história
considera que este processo deve-se basicamente em função das necessidades do
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presente e dos efeitos dos acontecimentos do passado no presente:
A primeira explicação da reinterpretação da história está em
relação com as posições do presentismo e é principalmente
defendida pelos representantes desta corrente [...] o presentismo
levado às últimas conseqüências conduz à negação da verdade
história objetiva, e portanto, à negação da história como ciência
(SHAFF,1995, p. 270).
José Carlos Reis, referindo-se à Escola dos Anais, considera que esta se
constitui numa renovação teórico-metodológica em história partindo de uma nova
representação do tempo histórico. Não foi propriamente a interdisciplinaridade que
acarretou esta renovação, mas, a nova representação do tempo, com uma aproximação
das ciências sociais. O que haveria de comum entre todas as gerações dos Anais seria a
perspectiva da longa duração. A renovação dos objetos exigiu a mudança no conceito
de fonte histórica, em que a documentação passou a ser relativa ao campo econômico,
social e mental. O arquivo renovou-se e se diversificou, a partir de uma ampliação e
abertura do campo dos objetos, das fontes e das técnicas de investigação históricas,
enfatizando a documentação e não a problematização da pesquisa.
Ciro Flamarion Cardoso (1997) aponta para a necessidade de conhecermos
os grandes pensadores da modernidade para só então analisaramos o tempo presente.
Todavia, considera que o resultado da pesquisa está relacionado ao preparo do
pesquisador, considerando que o êxito e a qualidade da pesquisa estão diretamente
relacionados com a bagagem cultural do pesquisador. Adam Schaff (1995), em
História e Verdade, considera que o historiador sai em busca de entender a história
movida por duas concepções tipológicas, a saber: em função das necessidades,
geralmente variáveis, do presente, bem como em função dos efeitos dos
acontecimentos do passado, sobre o presente (SCHAFF, 1995, p. 270).
A valorização das fontes não escritas coloca a história oral como perspectiva
importante para a pesquisa de sujeitos ou temas para os quais não há outro acesso, ao
responder a novas perguntas sobre antigos temas, provocar novos temas e abrir novas
perspectivas de análise.
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Elaine Marta Teixeira Lopes (1990) em Uma Contribuição da História para uma
História da Educação faz opção por uma História das Mentalidades, abrindo
possibilidades para o estudo de “novos problemas”, “novas contribuições” e “novos
objetos” que põem em causa a história, ao mesmo tempo em que a enriquecem e a
transformam. Para a autora, as mentalidades são aquilo que mais lentamente muda em
qualquer sociedade, tornando, portanto, impossível falar em educação, sem mencionar
os aspectos das mentalidades.
Conclusão
As tarefas de levantamento e catalogação de fontes devem ser efetuadas no
sentido de lançar as bases fundamentais para se escrever as diferentes histórias que
poderão reconstruir a trajetória da educação no Brasil. Esse é apenas um passo inicial na
busca e catalogação das fontes sobre a produção acadêmica e científica da UNIOESTE.
Justifica-se, portanto, o esforço de contribuir para o levantamento e catalogação
das fontes documentais da educação no Brasil. Ao lado do trabalho de levantamento e
catalogação de fontes, outras atividades serão necessárias, a fim de que, se crie as
condições favoráveis à realização da pesquisa, tais como, leituras técnicas e teóricas
para dar fundamentação à pesquisa.
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Cascavel. Secretaria Municipal de Educação: Progressiva, 2008.
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APRENDER ITALIANO: IDENTIDADE EM (RE)CONSTRUÇÃO
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UNSER, Otaviana Aparecida Baseggio
LINGUAGEM E IDENTIDADE DE PESCADORES DO LAGO DE
ITAIPU. 2006. UNIOESTE. Letras.
BUTZGE, CLÓVIS ALENCAR
O ESTUDO DE NOMES PRÓPRIOS DE NIPO-BRASILEIROS DE
TERRA ROXA. 2006. UNIOESTE. Letras.
NABÃO, Rosangela Martins
O TRABALHO DOCENTE E A DISCURSIVIDADE DA
AUTOPERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DE SOCIOLOGIA E
FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO EM TOLEDO/PR: ENTRE
ANGÚSTIAS E EXPECTATIVAS. 2006. UNIOESTE. Letras.
ERAS, Lígia Wilhelms
O QUE AS CRIANÇAS FALAM SOBRE MATEMÁTICA? UM
ESTUDO COM CRIANÇAS DA PRIMEIRA SÉRIE DO ENSINO
FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE CASCAVEL/PARANÁ. 2006.
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HILGERT, Ione Maria Plazza
O PROCESSO DE TRABALHO DOS AVICULTORES PARCEIROS
DA SADIA S.A: CONTROLES, MEDIAÇÕES E AUTONOMIA.
UNIOESTE. 2009. EDUCAÇÃO.
ZEN, Rosane Toebe
O DESENVOLVIMENTO DOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE
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PARANAENSE: A criação da primeira Escola Normal
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SBARDELOTTO, Denise Kloeckner
PLANEJAMENTO TURÍSTICO REGIONAL: UM ESTUDO DA
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RIBEIRO, Ângela Mara Bento
UCRANIANOS EM CASCAVEL: A HISTÓRIA, A RELIGIÃO E A
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MEZAVILA, Albertina
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Educação, UEM, Maringá, 2007.
PINZAN, Leni Terezinha Marcelo
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MEMORIALÍSTICOS NA HISTORIOGRAFIA REGIONAL DO
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1990)
GONZALEZ, Emilio
A EDUCAÇÃO DO CAMPO NA REGIÃO OESTE PARANAENSE:
SUA TRAJETÓRIA HISTÓRICA E PERSPECTIVAS ATUAIS
PELICIOLI, Lucivana
A IMPRENSA REGIONAL E A PEDAGOGIA DO GOLPE MILITAR
DE 1964: UMA ANÁLISE DO DISCURSO POLÍTICO DO JORNAL
CASCAVELENSE DIÁRIO D’OESTE EM PREPARAÇÃO DO
GOLPE
OLIVEIRA, Bibiano de
A PROBLEMÁTICA DO TRÂNSITO NO MUNICÍPIO DE
CASCAVEL NUMA PERSPECTIVA HISTÓRICA E
EDUCACIONAL
ZINI, SILVIA
A EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS LIMITES TEÓRICOS: UM OLHAR
ACERCA DO PROJETO POLITICO-PEDAGÓGICO DO CURSO
DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO
OESTE DO PARANÁ – UNIOESTE
CARVALHO, Lucas Prado
A EDUCAÇÃO DOS SURDOS
ROLLOFF, Eliane Portella
A FILA DE ESPERA NOS CEMEIS DE CASCAVEL: ASPECTOS
HISTÓRICOS, DESAFIOS E DILEMAS
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A FORMAÇÃO DE PEDAGOGOS EM CASCAVEL: O CURSO DE
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MIRANDA, Maristela D. de
A FORMAÇÃO DO SINDICATO DOS EMPREGADOS NO
COMÉRCIO DE CASCAVEL E REGIÃO
TENFEN, Joscinéia A. Peixoto
ASPECTOS HISTÓRICOS DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
DE ALUNOS SURDOS: IMPLICAÇÕES DIANTE DO DESAFIO DE
UMA EDUCAÇÃO BILÍNGÜE
SILVA, Sandra da
ASPECTOS HISTÓRICOS DO NÃO ATENDIMENTO NA
EDUCAÇÃO INFANTIL: O CASO CASCAVEL
SILVA, Michele Neves da Paula
A CONSTRUÇÃO DE ITAIPU E OS REFLEXOS NA EDUCAÇÃO
DE FOZ DO IGUAÇU
MASCARENHAS, Milena Costa
A HISTÓRIA DAS INSTITUIÇÕES ESCOLARES DE SANTA
HELENA
STERCHILE, Adriela
A EDUCAÇÃO BRASILEIRA E O MITO DA EMPREGABILIDADE
NASCIMENTO, Andréia P. Carvalho do
A MÁQUINA, A MODERNIZAÇÃO E A EXCLUSÃO: REFLEXÕES
SOBRE A VIABILIZAÇÃO DA MODERNIZAÇÃO AGRICOLA NO
OESTE DO PARANÁ
36
SCHLOSSER, Marli Terezinha Szumilo
A RELAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E SAÚDE E AS
JUSTIFICATIVAS DO FRACASSO ESCOLAR: PRIMEIRAS
APROXIMAÇÕES
SOUZA, Adriele Cristina de.
ASPECTOS HISTÓRICOS E POLÍTICOS DA FUNDAÇÃO DO
CESVEL DE CASCAVEL
MAKYAMA, Noirma Marques Braciforte
ANÁLISE SÓCIO- HISTÓRICA E PEDAGÓGICA DE ALUNOS DE
SALAS DE RECURSOS DA REDE
ROCHA, Jomar Vieira
A FORMAÇÃO EDUCACIONAL COMO CONDIÇÃO DE
POSSIBILIDADE DA CONSCIÊNCIA CRÍTICA E DA CIDADANIA
DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA (MST)
BALDI, Fabiana
A FRENTE CAFEEIRA DE OCUPAÇÃO E COLONIZAÇÃO DO
OESTE DO PARANÁ
LIMA, Maria Socorro de
A GÊNESE DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E
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MARTIN, Édison
A GÊNESE DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR
DO MUNICÍPIO DE TOLEDO: A FACITOL
SCARTON, Glauciano
AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS AVALIATIVAS NO DECORRER
37
DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DAS SÉRIES INICIAIS DO
ENSINO FUNDAMENTAL DO MUNICÍPIO DE MARECHAL
CÂNDIDO RONDOM E SUAS INTER-RELAÇÕES
SCHNEIDER, Estela
A EXPERIÊNCIA DA PRIMEIRA TURMA DE PEDAGOGIA PARA
EDUCADORES DO CAMPO DA UNIOESTE – 2004/2008
GUARDA, Nara Maria da Silva Foss
ASPECTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO
MUNICÍPIO DE CASCAVEL: DOS PRIMÓRDIOS A
REGINALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS
TABORDA, Benhur Wagner
A PROBLEMÁTICA SOCIAL REFERENTE À IMPLANTAÇÃO DAS
INTITUTUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM CASCAVEL (1970-
2006).
SOUZA, José Paulo Medeiros de
A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADOS SOBRE A DISCIPLINA DE
EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO
CARVALHO, Lucas Prado
A MÁQUINA, A MODERNIZAÇÃO E A EXCLUSÃO: REFLEXÕES
SOBRE A VIABILIZAÇÃO DA MODERNIZAÇÃO AGRICOLA NO
OESTE DO PARANÁ
SCHLOSSER, Marli Terezinha Szumilo
A PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DE SANTA HELENA
SOBRE O IMPACTO DAS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO NO SEU
PROCESSO FORMATIVO
CALSING, Denise Rosane
38
A POLÍTICA EDUCACIONAL PARANAENSE NO GOVERNO NEY
BRAGA (1979-1982)
HOTZ, Celso
A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES EM GUARANIAÇU EM
SERVIÇO, O LOGOS I, LOGOS II E HAPRONT
OLIVEIRA, Sara Camargo Barreto de
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA APAE DE TOLEDO
JOHANN, Jackson
A PRIMEIRA ESCOLA PRIMÁRIA EM CASCAVEL
THOME, Sergio Antonio
AS INFLUÊNCIAS DAS POLÍTICAS NEOLIBERAIS NA
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PERÍODO DE 2002 A
2006 EM CASCAVEL
HENDGES, Janete Nascimento
ASPECTOS DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
EM CASCAVEL
ANJOS, Sulanita Nunes Horta dos
ATENDIMENTO AO ADOLESCENTE EM CONFLITO COM A LEI
EM PRIVACIDADE DE LIBERDADE: NOVAS PERSPECTIVAS NO
PARANÁ
COSSETIN, Marcia
A HISTÓRIA DA ESCOLARIZAÇÃO DE GUARANIAÇU: DA
COLONIZAÇÃO AOS NOSSOS DIAS
ZANIN, Tatiane
EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL NO MUNICÍPIO DE
CASCAVEL – PR: ALGUNS APONTAMENTOS
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